
Ah! Menina, se tu soubesses que teu nome é poesia!
Se não fosse eu a culpada pela efemeridade de sua inocência!
Ah! Menina, se fôssemos hoje outras e não quem um dia sonhamos ser!
Menina, eu gritaria teu nome em frente aos teus portões, desenharia em tua calçada o caminho para o céu. Seria tua.
Te faria menina todos os dias, pintaria tuas paredes com as sete cores do arco-ires, te chamaria de minha.
Ai, menina! Se não fosse o nosso ontem, o que seria de nós? E o que sou eu? Sem teu olhar ligeiro, sou só alguém a pensar. Alguém a soletrar teu nome como música, pra ninguém escutar.
Menina, menina... Teus olhos inebriam, tua pele é a prova da evanescência de nossas vidas.
E sobre ti? Minha pequena menina, ainda és doce, ainda sim podes ser amarga quando queres. Sobre ti? Já não és mais minha, já não és mais menina.
aaaah obg, eu amei seu blog *-* sério, vc escreve muito bem!
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